Mostrar mensagens com a etiqueta Dra. Tatiana Steiner. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dra. Tatiana Steiner. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Câncer de Pele - Revista da Cidade

Dra. Tatiana Steiner participou do programa Revista da Cidade da TV Gazeta e esclareceu as principais dúvidas sobre o câncer de pele.
 
Durante este mês, nosso país se veste de laranja para combater e prevenir o CÂNCER DE PELE, o de maior incidência no Brasil e no mundo. Este é o terceiro ano consecutivo que a Sociedade Brasileira de Dermatologia colore o Brasil de laranja para passar uma mensagem importante: a de que o câncer da pele pode ser prevenido!
 
 

 
Confira a entrevista completa no link abaixo e saiba mais sobre o câncer de pele e como se proteger para evita-lo:

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

É normal ter os cabelos totalmente brancos aos 60 anos?


Dra. Tatiana Steiner participa de matéria sobre cabelos da revista Saúde da Editora Abril.

A brancura dos fios está muito associada ao envelhecimento. E o processo é considerado precoce quando acontece antes dos 20 ou 30 anos.

O branqueamento dos cabelos é um processo natural que aparece com o avançar da idade. Ele resulta de uma queda da produção de uma substância chamada melanina, responsável pelo pigmento dos fios. “A perda gradual da cor se inicia, em geral, entre a terceira e a quarta décadas de vida”, comenta a dermatologista Tatiana Steiner, assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia. “Aos 50 anos, a maioria das pessoas tem 50% dos fios brancos”, atesta.
Segundo a especialista, a alvura dos fios só é considerada precoce quando corre antes dos 20 anos nas pessoas brancas e antes dos 30 nas pretas. Embora não exista qualquer tratamento capaz de devolver a tonalidade original natural dos fios, há cuidados que ajudam a mantê-los saudáveis e bonitos. Uma boa recomendação é usar xampus próprios para essa cor, assim como evitar dormir de cabelos molhados e proteger o couro do sol.
Mas o que faz as madeixas ficarem brancas? Isso ainda não estão bem esclarecido, mas se sabe que a herança genética é determinante nesse aspecto. Outros fatores, como tabagismo e deficiência de vitaminas, também podem parecem exercer influência na perda de cor.
Matéria completa clicando aqui

segunda-feira, 20 de junho de 2016

O INVERNO CHEGOU!

Em geral, nessa época do ano, nossa pele sofre mais com o ressecamento.  Vamos então, fornecer algumas orientações que podem ajudar.  Mas lembre-se: nada melhor do que consultar o seu médico dermatologista e obter as orientações específicas para seu tipo de pele. Visitar o dermatologista deve fazer parte da sua rotina de cuidados com a saúde. 

HIDRATAÇÃO: PALAVRA-CHAVE NO INVERNO

Uma das funções da pele, o maior órgão do corpo humano, é ajudar a manter constante a temperatura do nosso corpo. No inverno, como a temperatura ambiente é mais baixa, há perda de energia e água de forma mais intensa, provocando uma desidratação natural da pele.

Uma pele bem hidratada é aquela com quantidade de água suficiente em todas as camadas. Desta forma, ela se mantém saudável, macia e elástica.

O suor, que atua como um hidratante secundário, também está menos intenso, pois a diminuição da temperatura externa estimula menos as glândulas produtoras do suor. Por tudo isso, é importante reforçar a hidratação no frio, ingerir bastante água e utilizar cremes hidratantes. 

Deve-se usar hidratante em toda pele pelo menos uma vez por dia, evitando-se substâncias irritantes e que provoquem desidratação, como sabões, detergentes e álcool. Toda pele precisa de hidratação, mesmo as mais oleosas. Quem tem pele oleosa e com acne precisa tomar cuidado para escolher um hidratante apropriado. O médico dermatologista pode ajudar com orientações necessárias para uma boa escolha. O filtro solar e a maquiagem também podem conter hidratantes em sua composição, que contribuem para manter a pele hidratada e saudável.

COMO PROTEGER OS LÁBIOS NO INVERNO 

Durante o inverno, os lábios tendem a ficar mais ressecados e propensos às rachaduras. Além do incômodo, é preciso estar atento, pois estas pequenas rachaduras, se mal cuidadas, podem causar fissuras e lesões ainda maiores, que podem servir de entrada para inúmeras bactérias. Essas rachaduras deixam os lábios mais propensos às infecções, por isso a principal recomendação é reforçar a hidratação dos lábios. Nem todo batom possui propriedade hidratante. O ideal é eleger um produto hidratante que contenha proteção solar associada.

Uma recomendação simples, mas muito importante, é aumentar o consumo de água. Quanto melhor e maior a hidratação, menos ressecamento labial, pois mais hidratada será nossa mucosa labial.

A ingestão de chá e consumo de frutas também ajudam a hidratar o organismo.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

COMO CUIDAR DO COTO UMBILICAL (+ 8 DICAS PARA DAR BANHO NO RECÉM-NASCIDO)

Dra. Tatiana Steiner para o blog Mamãe Prática
Além de falar em detalhes sobre as características da pele do bebê e sobre como cuidar do coto umbilical, a médica ainda traz 8 dicas super importantes para um dos momentos mais gostosos na vida de uma nova mamãe: o banho do bebê. Com a palavra, a Dra. Tatiana, que é especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e também mamãe de duas crianças:
A pele do bebê é diferente da pele do adulto e por isso é importante saber como cuidar dela. Ela é cerca de 50% mais fina, com menos pelos e com menor quantidade de fibras colágenas. Todas estas características fazem com que o recém-nascido tenha um risco maior de sofrer lesões cutâneas, absorver substâncias tópicas facilmente e adquirir infecções (como fungos e bactérias).
O risco de toxicidade com o uso de substâncias aplicadas na pele é maior nos neonatos (bebês com menos de 4 semanas de idade), especialmente nos prematuros (bebês com menos de 37 semanas de idade gestacional). Assim, todo o cuidado deve ser tomado ao aplicar cremes e produtos na pele do recém-nascido, devido ao risco de toxicidade sistêmica (pode atingir a corrente sanguínea).
 
Os prematuros têm a pele fina e transparente enquanto que a pele de um recém-nascido de termo (bebês que nascem com 37 a 40 semanas) é mais espessa. Ela fica vermelha quando a criança chora, e os lábios, mãos e pés podem ficar arroxeados e azulados quando está com frio.
A pele do recém-nascido é protegida por um material gorduroso branco-acinzentado, denominado verniz caseoso. Essa camada é uma cobertura protetora derivada, em parte, pela secreção das glândulas sebáceas e, em parte, do produto da decomposição da pele do neonato. Sua função ainda não é totalmente esclarecida, mas pode agir como um “creme protetor natural” que mantém o feto “à prova d´água”, enquanto submerso no líquido amniótico dentro do útero. É normal haver uma leve descamação em toda a pele dos neonatos, que tende a se resolver em 24 a 36 horas e pode não estar completa até a terceira semana de vida. Também pode estar presente uma penugem fina e macia chamada de lanugo, que pode cobrir o couro cabeludo, testa, bochechas, ombros e costas. Mais comum nos prematuros, o lanugo deve desaparecer dentro das primeiras semanas de vida.
Cuidados
A pele, entre muitas características, tem a função de proteção e a quebra na sua integridade pode favorecer a ocorrência de irritações e até mesmo alguma infecção.
O bebê não possui flora cutânea protetora ao nascer e sua imunidade ainda não é totalmente desenvolvida. Além disso, ele está exposto a vários agentes infecciosos, tanto pelas pessoas que entram em contato, como também por materiais usados em sua rotina de higiene (como tesourinhas, por exemplo). Assim, os cuidados com a pele do recém-nascido devem envolver limpeza suave com produtos específicos, neutros, sem cheiro, não tóxicos e não abrasivos. Outros cuidados importantes:
Atenção, mamães!1. Não use produtos perfumados nos primeiros meses, pois isto pode irritar a pele delicada do bebê.
2. Lave as roupas antes de serem usadas e utilize apenas sabão de coco ou aqueles específicos para bebês (sem conservantes e sem perfume).
3. Lave a roupa, toalhas, lençóis e cobertores separadamente das roupas da família.
4. Ao primeiro sinal de ressecamento, fissuras ou descamação da pele do bebê, aplique um hidratante duas vezes por dia. Os hidratantes devem ser aplicados como uma terapia preventiva, pelo menos diariamente para recém-nascidos e lactentes que tem história familiar de atopia (tendência hereditária a desenvolver manifestações alérgicas). Com a orientação do pediatra, escolha hidratantes sem perfume e sem conservantes.
8 dicas para dar banho no recém-nascido
Os recém-nascidos podem tomar banho após a primeira hora de vida. Algumas dicas importantes:
1. Para minimizar a perda de calor após o primeiro banho, coloque imediatamente uma toalha-fralda no corpo do bebê e alguma proteção na cabeça (muitas vezes já associada à toalha de banho).
2. Utilize água morna (nunca muito quente).
3. Deixe água suficiente para cobrir o ombro do recém-nascido.
4. Mantenha o ambiente do banho aquecido.
5. Use sabonetes específicos para bebês, com pH neutro e de preferência sem cheiro.
6. Procure secar cuidadosamente as dobras da pele do bebê incluindo axilas, virilha, pescoço e atrás das orelhas.
7. Limpe a banheira do bebê antes e depois do uso para remover os restos celulares que foram removidos no banho.
8. Resista ao impulso de dar banho em seu bebê com muita frequência. O ideal é um banho por dia para evitar a remoção da oleosidade natural da pele do bebê que é uma forma de hidratação. Banhos em excesso podem deixar a pele ressecada e agravar qualquer tipo de dermatite.
Como cuidar do coto umbilical
O recém-nascido tem, pelo menos, um ferimento cirúrgico logo que nasce: o coto umbilical, que tende a cair com 7 a 10 dias após o nascimento. Durante a rotina de higiene, os pais devem dar atenção especial ao coto umbilical:
• Lave as mãos antes de manuseá-lo;
• Mantenha a área do coto umbilical sempre limpa;
• No banho, lave o coto umbilical com sabonete neutro;
• Ao sair do banho, aplique álcool a 70% ou loção de clorexidine;
• Após o banho, secar bem e de forma delicada o coto umbilical. É importante não deixar o local úmido para evitar calor local, maceração e colonização de fungos e bactérias.
• Mantenha a fralda dobrada, se ela ficar acima do coto, para facilitar a secagem. Isso porque, se ele não ficou bem seco, com fralda descartável em cima, pode dificultar ainda mais a secagem, aumentando a umidade no local, o favorece a contaminação.
• Fique atento aos sinais de infecção (inflamação e mau cheiro).
Outra dica final para as mamães é a seguinte: faça massagem no recém-nascido sempre que puder. Este hábito traz benefícios e pode ser uma maneira de transmitir amor e carinho para seu bebê. Além disso, os bebês massageados ficam mais calmos, dormem melhor e choram menos.

terça-feira, 24 de maio de 2016

Os riscos de usar glutaraldeído no cabelo

Dra. Tatiana Steiner para o portal Meu Crespo em 20 de maio de 2016
Alisar os cabelos é o sonho de várias meninas. E muitas delas não medem esforços – nem riscos – para atingir esse objetivo. Depois da proibição do formol pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a indústria de cosméticos passou a investir em várias outras alternativas. O problema é que boa parte oferece os mesmos perigos (ou até mais graves) do que a substância que ficou restrita em primeiro lugar. Usar glutaraldeído no cabelo, por exemplo, pode ser muito arriscado.
Glutaraldeído no cabelo: como ele age
Para entender melhor a ação do glutaraldeído no cabelo, pedimos ajuda à dermatologista Tatiana Steiner, assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologista (SBD).
“Glutaraldeído é um aldeído saturado, de odor forte, muito utilizado em desinfetantes e esterilizantes ambulatoriais e hospitalares, devido a sua ação anti bacteriana. É uma substância conservante utilizada na fabricação de alguns produtos com o objetivo de evitar a proliferação bacteriana. Esta é a única atribuição da substância permitida em produtos cosméticos pela legislação. “Ele portanto não é um produto próprio para uso capilar”, explica Tatiane. De acordo com a especialista, a substância é 10 vezes mais neurotóxica do que o próprio formol.
“O glutaraldeído funciona como agente oxidante e tem sido acrescentado a outros cosméticos para intensificar o efeito alisante nos cabelos. Por ter um pH (nível de acidez) alto, dilata e abre a cutícula, permitindo assim a entrada do produto no interior do fio, reforçando seu efeito”, diz Tatiana.

Os perigos do glutaraldeído à saúde

De acordo com a dermatologista, os riscos de usar glutaraldeído para alisar os cabelos sérios. O produto pode causar queimaduras químicas, vermelhidão, descamação do couro cabeludo, queda de cabelo, ardência nos olhos, sensação de queimação nos olhos e na boca, falta de ar, tosse, dor de cabeça, dor de garganta e reações alérgicas graves.
Em situações mais graves, o contato pode até ocasionar enjoo, vômito, vertigem e desmaio. “Exposições repetidas podem causar feridas na boca, narina e olhos, além de câncer nas vias aéreas superiores (nariz, faringe, laringe, traqueia e brônquios), podendo até levar à morte, segundo informações da Anvisa”, reforça Tatiana.
Ela conta ainda que, de acordo com alguns especialistas, substâncias químicas como o glutaraldeído usado nos cabelos para alisamentos, pode alterar o DNA das células, aumentando o risco de desenvolvimento de câncer. Isso tudo sem contar os problemas para o próprio cabelo. Em vez de exibir fios bonitos e lisos, você corre o risco de precisar lidar com uma haste capilar danificada, ressecada, enfraquecida e com tendência à quebra. “Outro problema é a forma de aplicação, muitas vezes, inadequada, com exagero no tempo de uso do produto, além de lavagens da maneira errada depois do procedimento”, ressalta a médica.

As alternativas

Se você quiser alisar os cabelos sem correr todos esses riscos, é importante pesquisar a fundo, conversar bastante com seu cabeleireiro e pedir que ele te mostre o produto que pretende usar nos seus fios – e, mesmo assim, desconfiar.
“Muitos produtos contém um falso rótulo de liberação da Anvisa. Foi ‘vendido’ e rotulado como ‘nova forma de diminuir o volume dos cabelos’, sendo chamado de ‘escova progressiva de aminoácidos’, mas, normalmente, não contém somente aminoácidos, mas também algum agente oxidante, que intensifica o efeito liso, causando danos ao cabelo e trazendo riscos a saúde”, alerta. Então fique de olho! “As organizações de saúde no Brasil e em outros países, alertam que apenas os ‘relaxadores’ químicos, são oficialmente legalizados e seguros para serem usados como alisantes capilares.
Existem substâncias ativas específicas com propriedades alisantes, como ácido tioglicólico, hidróxido de sódio, hidróxido de potássio, hidróxido de cálcio, hidróxido de lítio e hidróxido de guanidina, que são permitidas pela legislação”, orienta. Ainda assim, ela recomenda: “É importante reforçar que mesmo estes produtos aprovados não devem ser usados indiscriminadamente, pois alteram a estrutura química dos fios”.
http://www.meucrespo.com.br/glutaraldeido-cabelo/

segunda-feira, 25 de abril de 2016

O que pode (ou não) na gravidez: unhas, cabelos e pele

Artigo da Dra. Tatiana Steiner para o blog Mamãe Prática:
Olá meninas, afinal, o que pode e o que não pode na gravidez? Será que a gente já conhece todas essas informações? Neste post, a médica dermatologista Tatiana Aline Steiner, colunista do blog Mamãe Prática, explica pra gente todos os detalhes sobre esse assunto! Com a palavra, a Dra. Tatiana, especialista pela SBD:
A gravidez é um momento único e especial para as mulheres. Ao mesmo tempo, é uma fase de muitas dúvidas e questionamentos quanto aos cuidados com a pele, unhas e cabelos. É comum a mulher ficar insegura sobre a continuidade de algum tratamento, quais cremes ela pode usar ou não pode na gravidez e que tipo de produto deve ser evitado neste período.

É importante seguir cuidadosamente as orientações dos seus médicos ginecologista e dermatologista para se sentir segura e proteger seu bebê. Para ajudar nesse período, listei algumas recomendações relacionadas ao uso de produtos tópicos durante a gravidez. É importante, assim que souber que está grávida, conversar com seu dermatologista e obstetra para saber o que ainda é permitido neste período, pois alguns produtos podem causar danos ao feto.

A avaliação do risco de substâncias e cremes cosméticos em gestantes envolve inúmeros fatores, como período do ciclo gravídico, dose do produto, veículo, tempo de uso etc.
Há uma orientação, definida pelo FDA (Food and Drug Administration), que classifica o risco potencial para o embrião ou feto em categorias de risco, o que possibilita melhor esclarecimento quanto ao uso das substâncias:

Categorias de risco
A – Medicamentos ou substâncias com estudos controlados – não apresentam riscos.
B – Sem evidência de riscos em humanos.
C – O risco não pode ser afastado – faltam estudos adequados.
D – Evidência de risco.
E – Contra indicado na gravidez.
Assim, com base nas categorias de risco, seguem algumas recomendações relacionadas ao uso de produtos tópicos na gravidez:

Produto tópicoRecomendação
(o que pode ou não pode na gravidez)
AntioxidantesA maioria dos cremes antioxidantes nutritivos são recomendados e estimulados. Substâncias como: vitamina C, vitamina E, Niacinamida, Coenzima Q10, Ácido alfa-lipoico e Polifenois de chá verde estão entre as substâncias permitidas.
Cremes com Vitamina C, além do efeito antioxidante, também têm ação clareadora e previnem as possíveis manchas gravídicas.
 
ClareadoresSão substâncias que devem ser evitadas. A maioria, como Hidroquinona, Ácido Kógico, Mequinol e Arbutin é Categoria C (o risco não pode ser afastado – faltam estudos adequados) - (não pode na gravidez).
 
O Ácido AzelaicoÉ categoria B (sem evidência de riscos) e pode ser usado nas concentrações de 15% a 20%, mas sempre com orientação médica. Ele tem ação clareadora e também antimicrobiana. Acaba sendo opção anti-inflamatória para acne e o tão temível escurecimento da pele, comum para muitas mulheres neste período.
Tensores
São cremes que previnem a contração muscular excessiva e formação de rugas de expressão, como por exemplo Argireline, Deepaline, Myoxinol. Não há estudos até o momento que comprovem o seu uso seguro na gestação (não pode na gravidez).
Secativos
Um dos produtos indicados em caso de acne. Não é recomendado uso de ácido salicílico neste período (não pode na gravidez).
 
RetinoidesRetinoides e seus derivados (retinol e retinaldeído) são Categoria C e proibidos durante a gravidez (não pode na gravidez).
 
Filtro solarFiltros são permitidos e devem ser usados diariamente.
Hidratantes corporais:São recomendados e devem ser utilizados para evitar estrias. A indicação é feita pelo dermatologista ou obstetra, pois são especiais para gestantes.

Dica: a drenagem linfática pode trazer muitos benefícios, mas só deve ser feita com permissão do obstetra.

Se a grávida tiver espinhasPara as gestantes que sofrem com as espinhas logo no primeiro trimestre de gestação, é importante consultar o dermatologista antes de sair comprando cremes por conta própria. Cremes à base de ácido salicílico, normalmente recomendados para tratar a acne, não são indicados, pois estudos indicam que podem levar a anomalias no feto e diversas complicações na gravidez. A única substância enquadrada na categoria B, permitida, é o Ácido Azelaico, que possui apresentações comerciais em gel.

Cuidando dos cabelos
Os cabelos são também fonte de preocupação e geram muitas dúvidas neste período, principalmente em relação à segurança do feto. A orientação é clara:
– Nos três primeiros meses, qualquer tipo de tintura, clareamento ou reflexo está proibido. Além da amônia e do iodo, estes produtos costumam conter metais pesados como chumbo. (não pode na gravidez)
– Alisamentos, relaxamentos, escovas progressivas (inteligentes, chocolate e outros nomes) e qualquer hidratação que contenha formol, mesmo que na quantidade permitida pela Vigilância Sanitária, também estão proibidos. Há estudos que defendem que o uso de substâncias químicas como o glutaraldeído e até a carbocisteína (usados em produtos com a finalidade de alisamento) podem alterar o DNA das células, aumentando o risco do desenvolvimento de câncer. (não pode na gravidez)
– Nem mesmo a henna é permitida, pois muitos produtos são de qualidade discutível, podendo oferecer riscos à saúde. (não pode na gravidez)
– A liberação para realização de reflexo e alisamento deve ser realizada pelo ginecologista.

Cuidando das unhas
Geralmente, fazer as unhas não traz riscos durante a gravidez, desde que a frequência não seja exagerada e que elas fiquem sem esmalte por alguns dias antes de esmaltá-las novamente. Algumas dicas:
– Existem poucos indícios de que as substâncias químicas usadas em esmaltes e removedores (como a acetona e o tolueno) possam trazer algum mal ao feto. Prefira os removedores com óleo que ajudam a manter a água na parte interna das unhas.
– É recomendável manter as unhas sempre hidratadas, pois dessa forma elas ficam mais bonitas, cuidadas e com aparência saudável. A hidratação pode ser feita com cremes específicos para as mãos ou com os próprios cremes corporais.
– Em toda gravidez, cautela nunca é demais; então tente fazer as unhas em um intervalo maior (a cada 15 dias, por exemplo).
– Escolha um salão que seja bem ventilado para evitar respirar vapores fortes dos esmaltes, acetonas e de outros produtos químicos usados no local.

http://mamaepratica.com.br/2016/04/22/o-que-pode-e-o-que-nao-pode-na-gravidez/#more-21116

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Mães podem tingir o cabelo durante o período de amamentação?

O ASSUNTO TEM MUITAS CONTRADIÇÕES, MAS A RECOMENDAÇÃO MÉDICA É CLARA

Durante o período da amamentação, existem muitas restrições, como a ingestão de álcool, o consumo de tabaco e até mesmo alimentos como o chocolate. Porém, há uma grande polêmica em torno da tintura de cabelo. Pode ou não usar, afinal?
A recomendação de Tatiana Steiner, mãe de Lorena e Bruno, Doutora do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia, é de que as mães evitem o procedimento de tinturas, assim como os de alisamento, pois são utilizados produtos químicos que podem afetar a saúde da mãe e do bebê. “Nem mesmo a henna é permitida, pois nem todos os produtos são de boa qualidade e podem oferecer riscos à saúde”, explica a especialista.
 
Além desses fatores, após o parto acontece o eflúvio telógeno, um aumento na queda dos cabelos. “Normalmente não há necessidade de tratamento, pois os fios voltarão a crescer posteriormente, inicialmente mais finos e deverão voltar ao normal ao longo dos meses”, afirma Tatiana. Por isso, pense também nos danos causados no cabelo que é tingido nessa fase, quando já está mais vulnerável que o normal.
A entrevista completa da Revista Pais e Filhos sobre o assunto, com participação da Dra. Tatiana Steiner, está no link a seguir:

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Deu branco no cabelo e vou deixar assim

Mulheres assumem fios brancos com estilo e autoestima.

Pintar os cabelos todo mês, às vezes, até duas vezes a cada 30 dias. Gastar dinheiro com produtos caríssimos. Investir tempo e disposição na atividade. Rotina prazerosa para muitas e desgastante para tantas mulheres, que veem no ato de cobrir os fios brancos uma agressão ao corpo. 

No entanto, os cabelos grisalhos pedem cuidados apropriados para manter o brilho e a cor. “Usar xampu roxo anula o efeito amarelado causado pela ação do sol, da poeira e do cigarro. Hidratar os fios com frequência é um hábito que deve ser mantido”, as profissionais recomendam. Elas ainda lembram que o corte impecável deve fazer parte do visual da mulher e complementar o look ousado de quem decidiu manter o cabelo natural.

Canície é o nome científico para o embranquecimento dos fios de cabelo. A perda de melanina — pigmento que confere cor aos cabelos, pele e olhos — é a principal causa para o branqueamento deles. “O procedimento faz parte do envelhecimento natural do corpo. Ocorre por fatores genéticos, independente do sexo e da cor dos cabelos. Surgem fios de tom acinzentado e posteriormente os fios brancos”, explica a dermatologista Tatiana Steiner, assessora do departamento de cabelos e unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

Confira a entrevista completa com participação da Dra. Tatiana Steiner no link:


 

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Uma alimentação saudável e balanceada ajuda a deixar os fios mais brilhosos

Madeixas iluminadas são o sonho de toda mulher. Além de investir em shampoos e condicionadores de boa qualidade, a gata também precisa cuidar da hidratação dos fios.

O banho de brilho é recomendado para quem deseja fios com um aspecto saudável e natural.
De acordo com a assessora do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), Tatiana Steiner, outra opção para recuperar o viço é aplicar finalizadores à base de silicone, sprays de brilho, óleos vegetais com silicone, reparadores de pontas ou máscaras capilares. Eles ajudam a deixar a cutícula, camada externa do fio, mais hidratada e bem-cuidada.

Boa alimentação rende cabelos saudáveis:
Não é segredo para ninguém. Além de fazer um banho de brilho, a alimentação ajuda a manter a cabeleira hidratada e mais bonita. Se você vive de dieta e costuma cortar ingredientes do cardápio por conta própria, lembre-se que isso pode enfraquecer e inclusive causar a queda de cabelos.

Segundo a dermatologista Tatiana, “a dieta precisa ter proteínas, carboidratos e vitaminas” para garantir o fortalecimento capilar. Confira alguns nutrientes essenciais e veja onde encontrá-los.
- Zinco: frutos do mar, couve, gérmen de trigo, castanha e frango
- Vitamina A: ovo, agrião, cenoura e espinafre
- Ferro: carne, feijão e verduras verdes
- Vitamina B12: Carne, fígado, queijos e ovo
- Demais vitaminas do complexo B: grãos, nozes, legumes e cereais integrais
- Aminoácidos (lisina, cisteína e prolina): carnes
- Betacaroteno: vegetais alaranjados ou com folhas verde-escuras
- Ferro: carnes, ovo, ervilha, lentilha, grão-de-bico, beterraba e feijão.

As cápsulas de vitaminas e minerais só devem ser a solução se for detectada uma carência no organismo, “o que é comum para quem faz dieta de emagrecimento por tempo prolongado, regimes severos e cirurgias bariátricas ou tem anemia”, explica a médica. Jamais aposte em medicamentos sem indicação profissional.

Abaixo, segue link da entrevista completa da Dra. Tatiana Steiner ao Portal Vivo Mais Saudável:
http://vivomaissaudavel.com.br/beleza/cabelos/aprenda-como-fazer-um-banho-de-brilho-nos-cabelos/
 

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Livre-se das manchas de acne do seu rosto

As espinhas não devem ser apertadas e manipuladas com as mãos em qualquer fase do tratamento.


Elas marcam a adolescência e atrapalham a autoestima. As espinhas, aquelas inflamações horrorosas espalhadas pela pele, devem ser tratadas corretamente. Caso contrário, as lesões podem acarretar cicatrizes e manchas de acne, demandando inclusive procedimentos estéticos para serem atenuadas.

As manchas são causadas pelo próprio processo inflamatório que ocorre no desenvolvimento da lesão. Segundo a dermatologista Tatiana Steiner, ele pode ser agravado pela manipulação - quando a espinha ou o cravo é espremido - pelo uso incorreto de medicamentos e também pela exposição solar. “O sol aumenta e estimula a inflamação, piorando a mancha”, comenta.

Saiba mais sobre os cuidados que você deve ter com a pele para evitar manchinhas e outros problemas decorrentes da acne.

Acabe com as manchas de acne

A acne é uma doença de pele inflamatória crônica que compromete áreas com maior quantidade de pelos e glândulas sebáceas. Vários fatores podem influenciar no processo de cicatrização e levar ao aparecimento de manchas, como tipo e cor de pele, local e tamanho da lesão, profundidade da espinha e idade da pessoa. Existem diversos recursos que garantem bons resultados na prevenção e no tratamento de manchas de acne. O primeiro passo é tratar a inflamação em si, conforme cada caso. Depois, podem ser realizados procedimentos para remover cicatrizes.

“Por ser uma doença de duração prolongada e algumas vezes até desfigurante, a acne deve ser tratada desde o começo para evitar suas sequelas”, alerta a dermatologista.

As manchas de acne podem ser suavizadas com procedimentos em consultório, peelings, tratamentos a laser e produtos tópicos. A opção depende da extensão e da intensidade da inflamação.

Alguns procedimentos podem ser recomendados para auxiliar no controle da acne e diminuir manchas e cicatrizes. Pode ser necessário utilizar infiltrações com corticoides - em lesões muito inflamadas ou em cicatrizes elevadas - peelings químicos, microdermoabrasão, microagulhamento e luzes. Já as receitas caseiras para remover espinhas podem ser prejudicais e não são recomendadas pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD). "Elas normalmente possuem produtos ou substâncias que podem irritar, provocar alergias e até piorar o quadro", frisa Tatiana.

Cuidados suavizam manchas de acne

Tatiana ressalta a importância de manter alguns cuidados antes dos tratamentos para manchas de acne. “Não devem ser usados ácidos ou produtos esfoliantes nos dias que antecedem o procedimento, pois a pele não deve estar descamando, sensível ou irritada”. Segundo a dermatologista, o sol também deve ser evitado em qualquer fase do processo.

O paciente que passa por procedimentos estéticos para suavizar o aspecto da acne deve usar protetor solar, não cutucar a área irritada - nem remover as casquinhas pós-tratamento - e usar corretamente os medicamentos recomendados.

Entrevista completa da Dra. Tatiana Steiner ao Portal Vivo Mais Saudável:
http://vivomaissaudavel.com.br/beleza/pele/livre-se-das-manchas-de-acne-do-seu-rosto/

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Conheça 8 fatores que agravam as olheiras

Até mesmo o uso errado da maquiagem pode aumentar os círculos escuros abaixo dos seus olhos.

Olheiras são um problema comum entre mulheres e homens e que costuma incomodar bastante. Mas antes de lançar mão de toda a gama de corretivos que existem hoje em dia, saiba que entender o que está causando suas olheiras é fundamental para combatê-las e até mesmo evitá-las!

Na maior parte das vezes as olheiras estão ligadas à genética. Dada essa pré-disposição, são diversos os fatores que podem causar as olheiras, mas de um modo geral, ela pode ser classificada em dois tipos: uma delas é vascular, quando os vasos sanguíneos ficam visíveis, que normalmente tem a coloração azulada. Já a outra é a pigmentar, quando há acúmulo de melanina na região, e por isso terá a cor marrom", ensina a dermatologista Tatiana Steiner, especialista pela SBD. Mas é muito comum que as pessoas apresentem esses dois tipos de olheiras misturadas.

Além disso, normalmente a predisposição a ter olheiras é aumentada por alguns fatores e hábitos. Entenda melhor quais são eles e como eles influenciam no problema:

Cansaço e choro - Nesses casos, em que a má circulação é temporária, é possível amenizar as olheiras com alguns cuidados em casa: "É indicado o uso de compressas calmantes com água termal ou chá de camomila. Sempre gelado para ter um efeito anti-inflamatório devido a vasoconstrição", explica a dermatologista Tatiana Steiner.

Maus hábitos

Hábitos de vida também podem influenciar no aparecimento de olheiras: tabagismo, privação de sono e estresse podem desencadear essas marcas por influenciarem diretamente na circulação do corpo todo, inclusive das pálpebras, dilatando os vasos e fazendo com que mais sangue apareça nessa região.

Pele fina

"Esse tipo de pele permite maior visualização dos vasinhos externos das pálpebras. Pessoas mais claras e com excesso de vasos periféricos costumam apresentar este tipo de olheira", indica Tatiana Steiner. Em geral, uma boa forma de reconhecer isso é através da observação: pessoas com pele mais fina tendem a ficar vermelhas com mais facilidade, por exemplo.

Flacidez

Além disso, é normal que pessoas mais velhas apresentem uma pele mais fina, isso acontece devido às alterações hormonais que ocorrem com a idade, em maior ou menor intensidade. Em geral essa característica também está ligada à flacidez da pele: "o globo ocular sofre um deslocamento dentro da órbita e a gordura infraorbital é deslocada anteriormente, formando uma depressão e sombreado abaixo dele", descreve Tatiana.

Para quem tem esse problema é possível lançar mão de cremes com diversos tipos de ativos, como:
- Antioxidantes, como as vitaminas A, C e E;
- Agentes de renovação, tais quais o retinol, alfahidroxiacidos, ácido glicólico;
- Agentes tensores, como os ativos raffermine, tensine;
- Fotoproteção solar, que impede a degradação do colágeno na região.

Tratamentos como a radiofrequência também ajudam. Por fim, se a flacidez já estiver muito acentuada, a blefaroplastia, cirurgia plástica das pálpebras, ajuda a colocar a pele da região no lugar, melhorando seu aspecto.

Esfregar os olhos

O hábito de esfregar os olhos constantemente aumenta as olheiras e isso ocorre devido a dois mecanismos: primeiro por que o ato irrita a pele da região. "A melanina atua como uma proteção, se acumulando na região afetada", explica Mônica. Portanto, pessoas que têm tendência genética a acumular melanina na região devem evitar esfregar os olhos com frequência. Nesses casos, o uso de hidratantes e massagens locais ajudam. Além disso, o hábito de esfregar os olhos com força pode prejudicar a circulação. "O hábito pode acabar congestionando os vasos periféricos, levando à vermelhidão, escurecimento da área, inchaço e até a trauma, dependendo da intensidade", alerta Tatiana Steiner. Nesses casos, o ideal é usar cremes com ativos para descongestionar e reduzir o edema (como camomila, arnica, calêndula, alantoína, bardana e vitamina K1) e outros que clareiam a região (tais quais a hidroquinona e vitamina C), conforme explica a especialista.

Exposição solar inadequada

Pessoas que tem tendência a acumular melanina na região dos olhos podem ter a olheira piorada pela exposição solar sem proteção. "A exposição solar excessiva proporciona o aumento da pigmentação e a diminuição da espessura da pele", descreve Tatiana. Ou seja, as olheiras aumentam e ficam muito mais visíveis. Além disso, o hábito também ocasiona olheiras vasculares, pois causa a dilatação dos vasos sanguíneos da região. 

Maquiagem

Não tirar a maquiagem da região dos olhos adequadamente é outro fator que pode aumentar as olheiras. Isso acontece por causa da pigmentação, pois a coloração escura fica na região.

Olhos fundos

A anatomia do rosto também pode favorecer olheiras, ou no caso criar uma ilusão de uma pele mais escura abaixo dos olhos. "A área abaixo dos olhos é mais côncava, portanto quem tem olhos mais profundos apresenta uma sombra na região", considera a dermatologista Tatiana. 

Confira a entrevista completa ao Portal Minha Vida, com participação da Dra. Tatiana Steiner no link:
http://www.minhavida.com.br/beleza/galerias/20190-conheca-8-fatores-que-agravam-as-olheiras

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Pré-xampu, afinal, serve pra quê? Lilian Pacce

A velocidade dos lançamentos de beleza pode se tornar um pesadelo se você não dedicar um tempinho pra entender o que eles prometem e como usar cada um. E a nova onda em termos capilares são os pré-xampus, um assunto que pintou faz uns anos mas agora cresce no portfólio das marcas especializadas em cabelo. Isso quer dizer que se você ainda não usou nem ouviu falar, provavelmente está perto de ser bombardeado de propagandas sobre o tema. “Ele é o queridinho da vez, como já foram os óleos, e como é o primer pra maquiagem”, conta Debora Melro, hair stylist do Studio W Iguatemi.

Pra começar, o pré-xampu tem uma definição bem ampla, já que envolve qualquer coisa usada antes da limpeza. Existem alguns tipos de pré-xampu, mas basicamente eles podem se dividir entre os esfoliantes – cuja ação é remover mecanicamente as células mortas do couro cabeludo sem necessariamente nutrir o cabelo – e os óleos ou géis com alta concentração de nutrientes – pra fortalecer e equilibrar, numa função parecida com as máscaras de tratamento.

“A gente não considera uma rotina, é mais um cuidado pro fio”, explica dra. Tatiana Steiner, dermatologista e consultora do time internacional da Kiehl’s, uma das marcas que tem o produto no catálogo.
Conversamos com ela e com a Debora, que usa o item de beleza no salão, pra esclarecer alguns pontos importantes sobre o pré-xampu – confira!
. O que o pré-xampu faz:
“A ideia é ser aplicado no cabelo seco, pois ele tem substâncias hidratantes, emolientes, que penetram no folículo e agem na cutícula, melhorando a qualidade do fio. O excesso deve ser removido durante o banho, mas neste momento os nutrientes já foram absorvidos. Os benefícios a longo prazo são fios mais fortes, viçosos”, conta a dra. Tatiana. E Debora completa: “O grande benefício é a nutrição. É um concentrado de agentes nutrientes ou esfoliantes, mas não substitui o xampu, porque não higieniza”.
. Ele não substitui a máscara:
“A máscara é um outro tipo de tratamento, focado nas características de cada cabelo e deve ser usada de uma a duas vezes por semana”, pontua Debora. E Steiner lembra que ainda existe uma diferença no caso do pré-xampu ser indicado apenas pro couro cabeludo (existem outros indicados pro comprimento e pontas): “O Magic Elixir da Kiehl’s deve ser usado na raiz, então penetra onde estão nascendo os fios. Já a máscara é usada só nas pontas. Então muitas vezes indicamos o uso dos dois, 3 vezes na semana, pra um tratamento mais intenso, mas isto depende do estado do cabelo. Muitas vezes a máscara age nos danos das extremidades dos fios”.
. Pra quem tem cabelo oleoso:
“Couros oleosos muitas vezes são naturalmente mais hidratados, então a frequência de uso acaba sendo menor. Quem tem caspa deve usar um xampu de tratamento específico depois, mas não há problema em usar o pré-xampu”, diz a dermato.


Se quiser conferir a entrevista completa no blog da Lilian Pacce do GNT com a Dra. Tatiana Steiner, clique aqui 

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Moda nas academias: toxina botulínica é aplicada nos cabelos para evitar suor durante a malhação

A Toxina botulínica, usada para retirar as temidas rugas, agora é usada pelas mais vaidosas no couro cabeludo para evitar a transpiração.

A injeção é superficial e feita nas regiões da cabeça onde a concentração de suor mais aprece quando os cabelos ficam molhados. Será que essa técnica é recomendada?

Confira a entrevista completa sobre o assunto com a Dra. Tatiana Steiner, feita em 3 de setembro ao Programa Hoje em Dia da TV Record; é só clicar aqui

quarta-feira, 24 de junho de 2015

O INVERNO CHEGOU!

Em geral, nessa época do ano, nossa pele sofre mais com o ressecamento. Vamos então, fornecer algumas orientações que podem ajudar.  Mas lembre-se: nada melhor do que consultar o médico dermatologista e obter as orientações específicas para seu tipo de pele. Visitar o dermatologista deve fazer parte da sua rotina de cuidados com a saúde.

 
HIDRATAÇÃO: PALAVRA-CHAVE NO INVERNO

Uma das funções da pele, o maior órgão do corpo humano, é ajudar a manter constante a temperatura do nosso corpo. No inverno, como a temperatura ambiente é mais baixa, há perda de energia e água de forma mais intensa, provocando uma desidratação natural da pele.

O suor, que atua como um hidratante secundário, também está menos intenso, pois a diminuição da temperatura externa estimula menos as glândulas produtoras do suor. Por tudo isso, é importante reforçar a hidratação no frio, ingerir bastante água e utilizar cremes hidratantes, evitando, sempre que possível, substâncias irritantes que provoquem desidratação, especialmente os produtos com álcool.

 Procure hidratar a pele no mínimo duas vezes ao dia. Quem tem peles oleosas e com acne precisa tomar cuidado para escolher um hidratante que não seja oleoso. O médico dermatologista pode ajudar com orientações necessárias para uma boa escolha. O filtro solar e a maquiagem também podem conter hidratantes em sua composição, que contribuem para manter a pele hidratada e saudável.

 COMO PROTEGER OS LÁBIOS NO INVERNO
 
Durante o inverno, os lábios tendem a ficar mais ressecados e propensos às rachaduras. Além do incômodo, é preciso estar atento, pois estas pequenas rachaduras, se mal cuidadas, podem causar fissuras e lesões ainda maiores, que podem servir de entrada para inúmeras bactérias. Essas rachaduras deixam os lábios mais propensos às infecções, por isso a principal recomendação é reforçar a hidratação dos lábios. Nem todo batom possui propriedade hidratante. O ideal é eleger um produto hidratante que contenha proteção solar associada.

Uma recomendação simples, mas muito importante, é aumentar o consumo de água. Quanto melhor e maior a hidratação, menos ressecamento labial, pois mais hidratada será nossa mucosa labial.

A ingestão de chá e consumo de frutas também ajudam a hidratar o organismo.

segunda-feira, 25 de maio de 2015

7 Truques para melhorar a boca ressecada

Para o batom ficar super, a pele dos lábios tem de estar impecável

O inverno nem precisa chegar, basta as temperaturas darem a primeira osciladinha para que, créc!, os lábios fiquem secos. Fatores ambientais, como a exposição ao sol sem proteção, o avanço da idade e até a alimentação inadequada podem deixar a boca ressecada e colocar em cheque o batonzinho que você pretendia usar hoje à noite...

Dra. Tatiana Steiner foi uma das médicas consultadas na matéria do portal "taofeminino" para ajudar na tarefa de descobrir como diminuir o problema. E desse papo surgiram lições valiosas de como hidratar os lábios ressecados:

Hidratante labial neles!
Sabia que a pele dos lábios é três vezes mais fina do que a do rosto e que tem uma capacidade menor de reter água? Para evitar o aspecto seco, a descamação e as rachaduras a recomendação médica é escolher um produto hidratante e umectante, que preferencialmente tenha proteção solar associada. “O ideal é usá-lo no mínimo 2 vezes ao dia. E, em dias mais frios, é preciso aplicá-lo várias vezes”, diz a dermatologista Tatiana Steiner. Os bons hidratantes devem combinar ativos como lipídios, óleos, ceramidas, ácido hialurônico, acquaporine, vitamina E, glicerina, dexpantenol, dimeticone, alantoína, ureia, lanolina e petrolato - procure no rótulo. Seria um sonho, mas nem todos os batons possuem propriedades emolientes.
 
Beba água
Além de ativar o modo “hidratação intensa” no inverno com produtos específicos para a tratar a boca ressecada, uma recomendação simples, mas muito importante, é aumentar o consumo de água: quanto melhor e maior a hidratação, menos ressecamento da mucosa labial.
 
Siga uma alimentação saudável. Sério!
Esta dica é valiosa para quem está com os lábios ressecados sempre. “Acrescente ao cardápio verduras, legumes, frutas e sais minerais, que são alimentos vitamina B12, B6, ácido fólico e ferro, para impulsionar a hidratação fisiológica e labial adequada”, sugere Tatiana. A deficiência desses nutrientes pode ser um dos motivos para a descamação dos seus lábios. Se a boca já estiver totalmente ressecada, evite consumir alimentos ácidos para não piorar a situação.
 
Hidratação noturna para reforçar
“Cremes específicos para o período noturno, mais espessos e emolientes, reforçam a hidratação labial e permitem o movimento da fala sem piorar as lesões já existentes”, afirma a dermatologista Tatiana. Esta hidratação extra pode auxiliar quem faz o uso de retinóides orais, como por exemplo o Roacutan, medicamento usado para tratar a acne.
 
Faça uma esfoliação labial a cada 7 ou 15 dias
Para retirar as células mortas e estimular a renovação celular. “A esfoliação precisa ser suave, com grãos finos e delicados, recomendados por um médico, porque o lábio é uma mucosa fina e delicada”, diz Tatiana. Você pode tentar a receitinha abaixo uma vez por semana:
Você vai precisar de
1 pincel aplicador de rímel descartável
1 lip balm de sua preferência
1 lencinho de papel

Não passe a língua sobre os lábios para molhá-los, nem arranque as peles soltas
É importante saber o que não fazer também quando já estiver com a boca ressecada, não é? “Essas são medidas fundamentais para evitar a piora do quadro de ressecamento, que pode evoluir para problemas mais sérios, como infecções, por abrirem uma porta de entrada para inúmeras bactérias. Eventualmente, há necessidade de tratamentos específicos, com cicatrizantes e reparadores, que um médico poderá indicar corretamente”, lembra a dermatologista Tatiana.
 
Confira a entrevista completa do Portal "taofeminino" clicando aqui
 

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Saiba como cuidar da sua barba e ficar livre de bactérias e infecções

As polêmicas sobre a barba são cada vez maiores. Fora a questão de gosto, recentemente circulou uma pesquisa afirmando que supostamente as barbas seriam tão sujas quanto vasos sanitários de banheiro.

É verdade que a  barba pode acumular muitas bactérias, mas isso depende, acima de tudo, dos hábitos de higiene de quem ostenta pelos faciais volumosos.A dermatologista Tatiana Steiner, do departamento de cabelos e unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que uma contaminação por bactérias fecais seria possível pelo contato constante com as mãos sujas.  Por isso, ela recomenda “que os homens evitem passar a mão na barba, pois isso pode trazer bactérias para o rosto, ou tirar bactérias do rosto e leva-las para outro lugar do corpo”.

De forma geral, a regra é clara e simples: durante o banho basta lavar a barba da mesma forma que se lava os cabelos, além de manter as mãos limpas.

Quanto mais comprida a barba, maior deve ser o cuidado. Steiner recomenda lavar os pelos da face com xampu e passar condicionador, para que a pele do rosto não fique ressecada. “Depois do banho, quando os fios ainda estão úmidos, é bom desembaraçá-los com escova ou pente. É importante que as cerdas da escova não sejam muito moles e que os dentes do pente não sejam largos nem estreitos demais, para não quebrar os fios”, explica Steiner.

Segundo a dermatologista, também é possível usar secador na barba “desde que em temperatura morna para fria e com o bocal do aparelho direcionado para baixo, para não queimar os lábios ou o rosto e garantir que os pelos fiquem certinhos e com volume na medida”.



Também é preciso tomar cuidado com a pele por baixo dos pelos, verificar se não há ressecamento, descamação ou feridas no rosto, que não ficam aparentes devido à barba. Steiner explica que “os homens têm a pele mais oleosa. Por isso estão mais sujeitos a acne e a proliferação de bactérias que podem estar presentes nos folículos pilosos”. Outro problema que pode afetar os barbados é a dermatite seborreica, mais conhecida como seborreia, caspa ou eczema. É uma doença crônica que se manifesta na pele onde existe maior produção de óleo. Neste caso, é necessário utilizar shampoo anticaspa até que o problema melhore. Se persistir ou a descamação for intensa, é importante consultar um médico dermatologista.

Quem aposta nos pelos raspados por ser mais higiênico ou prático, se engana. Fora a necessidade de limpeza diária, é preciso estar atento aos pelos encravados.
 
“O ato de barbear-se é um processo que pode agredir a pele, principalmente se realizado de maneira inadequada ou com produtos de má qualidade”, afirma Steiner.
A dermatologista explica que “o tipo de pelo pode influenciar na formação da barba, pois possui características diferentes de espessura e formato que podem favorecer mais ou menos o encravamento. Este processo pode levar a uma infecção chamada foliculite persistente, que se caracteriza por avermelhamento, dor e formação de pus no local do folículo pilo sebáceo”.
 
Se você quer insistir na cara raspada, a dica é hidratação. Segundo Steiner, “uma propriedade importante do pelo é que a força necessária para cortá-lo pode ser reduzida com a hidratação”. Um pelo bem hidratado é mais macio e mais fácil de cortar. Para alcançar uma depilação eficaz e confortável com o mínimo de irritação, é fundamental utilizar lâminas de boa qualidade e afiadas. Lâminas velhas podem desencadear processo alérgico pelo níquel, metal que se desprende com o tempo.
 
Entrevista completa no link: