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quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Câncer de Pele - Revista da Cidade

Dra. Tatiana Steiner participou do programa Revista da Cidade da TV Gazeta e esclareceu as principais dúvidas sobre o câncer de pele.
 
Durante este mês, nosso país se veste de laranja para combater e prevenir o CÂNCER DE PELE, o de maior incidência no Brasil e no mundo. Este é o terceiro ano consecutivo que a Sociedade Brasileira de Dermatologia colore o Brasil de laranja para passar uma mensagem importante: a de que o câncer da pele pode ser prevenido!
 
 

 
Confira a entrevista completa no link abaixo e saiba mais sobre o câncer de pele e como se proteger para evita-lo:

quinta-feira, 9 de abril de 2015

08 de abril: Dia Mundial de Combate ao Câncer

O dia 08 de Abril é marcado como o Dia Mundial de Combate ao Câncer. Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA), a estimativa para os anos de 2014 e 2015 é de cerca de 576 mil novos casos da doença.

O câncer de pele é o tipo mais comum do ser humano, responsável por 1/3 de todos os casos de câncer do mundo. No Brasil, o câncer de pele também é o tipo mais frequente, tanto em homens quanto em mulheres.

Câncer da pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Qualquer célula que compõe a pele pode originar um câncer, logo existem diversos tipos de câncer de pele. Os mais comuns são os carcinomas basocelulares (CBC), os carcinomas espinocelulares (CEC); e o melanoma cutâneo, o mais perigoso dos tumores de pele, com incidência mais baixa.

O principal fator de risco no desenvolvimento de câncer de pele é a exposição solar. A exposição solar crônica é o fator mais importante na gênese de um câncer de pele. O risco de desenvolver um CBC é 5 vezes maior aos 75 anos se comparado a um individuo de mesma cor de pele com 50 anos. Isto mostra a importância do efeito cumulativo da exposição à radiação solar. Contudo, a exposição aguda e as queimaduras solares que geram bolhas, também são fatores de risco no desenvolvimento de câncer de pele. Pessoas com história de queimaduras solares na infância têm um risco maior de desenvolver melanoma.

Os índices de cura da doença são elevados, principalmente quando o câncer é detectado em sua fase inicial e não se enquadrar no tipo melanoma, o mais grave.

Mas, é preciso se cuidar e cada um pode fazer a sua parte. Proteger-se da exposição aos raios solares é a principal medida de prevenção contra o câncer de pele; dessa forma, a utilização de protetor solar é essencial. É preciso usar o filtro diariamente, mesmo em dias nublados ou chuvosos.

Melanoma: o câncer de pele mais perverso

Existem várias dúvidas a respeito do diagnóstico do melanoma, como: quais os sinais que devem chamar a atenção do paciente? Quando de deve desconfiar desse tipo de câncer? Além disso, o melanoma pode ser confundido com outros tipos de câncer de pele?

Enfim, para esclarecer o assunto, seguem várias informações sobre a doença:

A desconfiança de que uma lesão seja melanoma ocorre pela análise clínica da lesão. Em geral, pintas pretas, assimétricas, irregulares, com coloração variada e com mais de 2 cm são altamente suspeitas. Nesse sentido, usamos a regra do ABCD para ajudar a fechar o diagnóstico. Além disso, também são importantes informações sobre o aparecimento da lesão e dados sobre a saúde e família do individuo acometido. Quando alguém na família já tem ou teve melanoma é uma informação que pesa muito para o risco do paciente. Uma pessoa que já teve ou cuja mãe ou parente próximo já teve melanoma é uma pessoa cujo risco é muito aumentado.

Lesões que repetidamente aumentam, escurecem, mudam de cor, inflamam, ulceram, sangram ou apresentam qualquer mudança brusca, também são dados significativos para diagnosticar o melanoma.

Pessoas mais claras, com olhos claros, cabelos claros, com câncer de pele na família, que tiveram queimaduras frequentes e graves pelo sol, devem estar atentas e procurar ajuda médica e especializada para o diagnóstico precoce da lesão.
O diagnóstico definitivo do melanoma é fechado pela biópsia ou exame histopatológico da lesão, que é através de visualização das células malignas. O exame deve descrever as células e, além disso, dar informações sobre a profundidade da lesão. O exame de dermatoscopia também auxilia no diagnóstico, ele pode fornecer mais dados a respeito da lesão que irão compor informações para o resultado final. Esse exame é feito com um aparelho chamado dermatoscópio, que é um aparelho normal com uma lente especial que amplia e melhora a visualização da lesão. O dermatologista tem formação para reconhecer esses sinais e fazer um diagnóstico mais preciso.
A regra ABCD ajuda no diagnóstico do melanoma:
A – assimetria X simetria
B – borda (irregular) X borda (regular)
C – Cores variadas X cor única
D – Diâmetro > 0,6cm X diâmetro < 0,6 cm

As lesões assimétricas com borda irregular, cores variadas e com diâmetro maior que 0,6 cm são mais suspeitas e vão nortear o pedido do exame histopatológico.
O melanoma é o mais grave dos cânceres cutâneos e, quando diagnosticado precocemente, pode ser retirado com grandes chances de cura total. No entanto, quando não é retirado a tempo de evitar a metástase, leva a vários comprometimentos que podem se tornar mais sérios.
Cuide-se!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Clínicas desrespeitam lei e oferecem bronzeamento artificial em máquinas

As máquinas foram proibidas em 2009 por resolução da Anvisa, porque aumentam o risco de câncer de pele, o mais comum no Brasil.
 
Um alerta! Sabe aquelas câmaras de bronzeamento onde as pessoas se deitavam como se estivessem na praia pegando sol? Elas foram proibidas em 2009, porque aumentam o risco de câncer de pele, o mais comum no Brasil.
Cinco anos depois, nossos repórteres descobriram que muitas clínicas desrespeitam a lei e continuam oferecendo bronzeamento artificial nas máquinas proibidas.
Verão, mais que isso: verão em um país tropical. Sol é o que não falta. As praias são uma festa. Quem não mora no litoral, quando pode, viaja para perto do mar. E, com tudo isso, tem gente que prefere se fechar em uma cápsula em clínicas de bronzeamento artificial.
O procedimento é proibido desde 2009 por uma resolução da Anvisa, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária. O motivo da proibição foi um estudo da Agência Internacional para Pesquisa sobre Câncer, ligada à Organização Mundial da Saúde. Segundo o estudo, o bronzeamento artificial aumenta em até 75% o risco de desenvolvimento de melanoma.
“É o câncer de pele mais perigoso”, diz Denise Steiner, presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
As câmaras emitem raios ultravioleta do tipo "A", também conhecidos como UVA. Os raios ultravioleta "A" se aprofundam na pele. São os raios solares que atingem a superfície do Planeta Terra do nascer ao pôr do sol. Mais ou menos entre 10h e 14h, os raios ultravioleta "B" também chegam à superfície. Esses raios queimam apenas a parte mais exterior da pele. Provocam aquela ardência chata. 
Noventa por cento da luz emitida nas câmaras de bronzeamento são raios UVA. “Essa luz é um pouco traiçoeira, porque, na verdade, ela não deixaria a pele vermelha”, explica Denise Steiner.
O usuário da máquina não percebe que a pele está sendo agredida.
Confira a matéria completa do Fantástico, exibida pela Rede Globo em 28.12.2014, com participação da Dra. Denise Steiner, clicando aqui.
 
 

 

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Câncer de Pele

Anualmente, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) celebra o “Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele” que acontece há 15 anos sempre no último sábado de novembro. Este ano, o “Dia Nacional de Combate ao Câncer da Pele” será celebrado em 29 de novembro. A data foi criada a fim de solidificar as ações da instituição contra a doença, já tendo sido atendidas mais de 360 mil pessoas. 

O câncer de pele é o mais frequente entre todos os tipos de câncer no Brasil, com cerca de 25% de incidência. Dra. Denise Steiner já havia falado sobre o assunto com o Portal Minha Vida, fornecendo várias dicas e orientações. Confira as respostas da especialista e lembre-se: o câncer da pele pode ser evitado com medidas simples de proteção solar.
 

Existe uma classificação oficial para risco de câncer de pele?
Não existe uma classificação oficial, mas sim uma somatória de riscos que vão aumentando o risco total.

Casos de câncer de pele na família indicam maior predisposição à doença?
Sim, ter parentes de primeiro grau com melanoma aumenta o risco em muitas vezes.

Avós, pais, tios, irmãos: qual a influência que cada um desses graus de parentesco causa?
Conforme o grau de parentesco, maior o risco.

Quem já teve câncer de pele corre risco maior de ter o problema novamente?
Há predisposição pela expressão genética, mas não há número exato associado ao risco quando se trata de pai, mãe, irmão, avós. Quanto mais próximo o parente com câncer, maior o risco.

Quais fototipos têm risco alto de desenvolver câncer de pele?
Sim, o fato da pessoa já ter tido um câncer de pele, aumenta muito seu próprio risco.

Quais fototipos têm risco baixo de desenvolver câncer de pele?
Os fototipos claros I-II tem maior risco, provavelmente por terem baixa quantidade de melanina e talvez outros fatores desconhecidos. Os fototipos IV e V tem menor risco devido a maior quantidade de melanina. Têm risco baixo, mas podem ter câncer de pele.

Quem pega sol e fica vermelho tem mais chances de ter câncer de pele do que quem fica bronzeado? Qual é a relação?
Quem fica vermelho tem mais risco, pois o avermelhamento é uma inflamação que provoca grande agressão à pele. Quem fica bronzeado é porque tem mais capacidade de produzir melanina, que acaba protegendo a pele.
Quem já teve queimadura de pele por causa do sol tem maiores chances de desenvolver câncer de pele? Por quê?
Queimaduras graves e esporádicas estão relacionadas ao aparecimento de melanoma, que é um tumor muito agressivo e grave.

Grande quantidade de pintas é fator de risco para câncer de pele? Por quê? As pintas podem virar um câncer?
Pintas pretas assimétricas, com bordas irregulares, muitas cores e 0,5 cm de diâmetro têm maior chance de ser transformarem em melanoma.
 
E quanto às sardas? Elas são sinal de risco aumentado de câncer de pele?

Sardas ocorrem em pessoas claras fototipo I e II e com propensão a ficarem vermelhas.
 


terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Pintas irregulares podem ser o indício de melanoma, que é o tipo mais grave de câncer de pele

A jornalista Mia Bruscato conversou sobre o assunto com a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia no quadro "Falando em Saúde".

Confira na entrevista, como se prevenir do câncer de pele, quais são os raios que mais agridem a pele e como se atentar às alterações que podem vir a ser sinais de câncer de pele.

Conheça também, dicas de protetores mais recomendados aos vários tipos de luz.

 
Clique abaixo para ouvir a entrevista completa:
http://radio.estadao.com.br/audios/audio.php?idGuidSelect=BBA28B07F5A048BBBE365056687ED1B3

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Exames levam 375 à Policlínica Mogi das Cruzes

 
A Policlínica da Universidade Mogi das Cruzes (UMC) atendeu 375 pessoas, ontem, na campanha de prevenção ao câncer de pele, um tipo mais comum da doença e que representa maioria dos diagnósticos feitos no Brasil, conforme dados do Instituto Nacional de Combate ao Câncer de Pele (Inca).
 
De acordo com a presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia, parceira da campanha, e chefe do serviço da UMC, Denise Steiner, em cada edição, são atendidas em média 400 pessoas e geralmente 10% dos pacientes são diagnosticados com câncer de pele.
 
“As pessoas devem ficar atentas à saúde da sua pele e se notar algo diferente, procurar de imediato um médico, pois se tratado no início, a chance de cura é maior”, diz Denise Steiner. Ela acrescenta que no Brasil são mais de 120 mil casos novos por ano.
 
No início do evento, na manhã deste sábado, mais de uma centena de pessoas assistiram a uma palestra de prevenção à doença, que destacou a necessidade do uso do protetor solar.
 
A maioria das pessoas que participou da campanha suspeitava de algum tipo de doença de pele. Outras foram tirar dúvidas. Muita gente também aproveitou a campanha por achar que o processo da universidade é mais rápido que o da rede pública que passa pelo processo de agendamento de consultas com clínico geral, para só depois obter o encaminhamento para especialidades.
 
A Policlínica da UMC oferece atendimento gratuito à população todos os dias, das 8 às 17 horas. E tem parceria com a Rede Municipal de Saúde para atender os pacientes do Sistema Integrado de Saúde (SIS). A Policlínica funciona na Avenida Dom Antonio Cândido de Alvarenga, 170 – Centro de Mogi. Para mais informações o número é 4728-5383.
 
Segunda-Feira, 2 de Dezembro de 2013
 
 

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Câncer de Pele


Dra. Denise Steiner, Presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), biênio 2013-2014, concedeu entrevista ao Portal Minha Vida sobre o Câncer de Pele, tema de grande interesse público, uma vez que este é o mais frequente entre todos os tipos de câncer no Brasil, com cerca de 25% de incidência.
Saiba mais sobre o assunto e confira as respostas abaixo:
Nov/2013


Existe uma classificação oficial para risco de câncer de pele?
Não existe uma classificação oficial, mas sim uma somatória de riscos que vão aumentando o risco total.
Casos de câncer de pele na família indicam maior predisposição à doença?
Sim, ter parentes de primeiro grau com melanoma aumenta o risco em muitas vezes.
 
Avós, pais, tios, irmãos: qual a influência que cada um desses graus de parentesco causa?
Conforme o grau de parentesco, maior o risco.

Quem já teve câncer de pele corre risco maior de ter o problema novamente?
Há predisposição pela expressão genética, mas não há número exato associado ao risco quando se trata de pai, mãe, irmão, avós. Quanto mais próximo o parente com câncer, maior o risco.

Quais fototipos têm risco alto de desenvolver câncer de pele?
Sim, o fato da pessoa já ter tido um câncer de pele, aumenta muito seu próprio risco.

Quais fototipos têm risco baixo de desenvolver câncer de pele?
Os fototipos claros I-II tem maior risco, provavelmente por terem baixa quantidade de melanina e talvez outros fatores desconhecidos. Os fototipos IV e V tem menor risco devido a maior quantidade de melanina. Têm risco baixo, mas podem ter câncer de pele.

Quem pega sol e fica vermelho tem mais chances de ter câncer de pele do que quem fica bronzeado? Qual é a relação?
Quem fica vermelho tem mais risco, pois o avermelhamento é uma inflamação que provoca grande agressão à pele. Quem fica bronzeado é porque tem mais capacidade de produzir melanina, que acaba protegendo a pele.

Quem já teve queimadura de pele por causa do sol tem maiores chances de desenvolver câncer de pele? Por quê?
Queimaduras graves e esporádicas estão relacionadas ao aparecimento de melanoma, que é um tumor muito agressivo e grave.

Grande quantidade de pintas é fator de risco para câncer de pele? Por quê? As pintas podem virar um câncer?
Pintas pretas assimétricas, com bordas irregulares, muitas cores e 0,5 cm de diâmetro têm maior chance de ser transformarem em melanoma.
 
E quanto às sardas? Elas são sinal de risco aumentado de câncer de pele?
Sardas ocorrem em pessoas claras fototipo I e II e com propensão a ficarem vermelhas.

 

 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Fique alerta para aproveitar o sol a seu favor, sem riscos à saúde

Enquanto muita gente faz de tudo para manter a pele bronzeada, entre os dermatologistas, a recomendação é ter cuidado com o excesso de exposição solar. Para esclarecer dúvidas e polêmicas sobre o assunto, dermatologistas da DSkin Laser e Novas Tecnologias e Clínica Denise Steiner, de São Paulo/SP, dão algumas dicas:

Proteção
O filtro solar adequado é o principal elemento para usar o sol ao seu favor e manter a saúde da pele. É preciso usar protetor com filtros UVA e UVB com FPS maior que 30, sempre espalhando-o muito bem sobre o rosto e corpo. Em ambientes de exposição direta ao sol, é indicado fazer uma nova aplicação a cada duas horas.
Os raios UVA estão relacionados principalmente a manchas e ao envelhecimento. Já os raios UVB são os principais responsáveis por deixar a pele vermelha e principal fator de risco para o câncer de pele.
“A proteção solar é essencial. Mesmo quem tem pele negra, apesar de possuir uma grande quantidade de melanina e ser naturalmente mais protegido do sol, também deve usar o filtro. Acessórios como óculos escuros, chapéu e roupas com proteção solar devem ser usados como complementos”, aconselha a médica dermatologista, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
Luz ideal
Em dias nublados a radiação UVA também está presente. Apesar de a luminosidade ser muito maior em dias sem nuvens, é preciso tomar cuidado diariamente, especialmente na praia ou à beira da piscina. “É importante estar o tempo todo protegido com o filtro solar”, afirma a profissional.
Vitamina D – o mito
O debate acerca dos benefícios relacionados à vitamina D e à exposição ao Sol tem deixado muita gente em dúvida. A vitamina D é conhecida especialmente pela sua relação com a saúde óssea, através da sua participação no metabolismo do cálcio. Níveis adequados de vitamina D estão relacionados à prevenção do raquitismo e da osteoporose.
Como a síntese da vitamina é estimulada pelos raios solares, há quem se pergunte se é aconselhável, então, tomar sol sem medidas protetoras. A posição da Sociedade Brasileira de Dermatologia é firme. “Em um país com maior exposição à radiação solar, como o Brasil, devemos ter mais preocupação com os riscos relacionados à exposição solar do que com os riscos relacionados a sua não exposição”, afirma Denise Steiner, atual presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia.
A dose estimada da radiação Ultravioleta do tipo B (UVB) que atua no metabolismo da vitamina D, necessária para sua produção no organismo, é muito pequena. “Estudos avaliaram o nível de radiação a que estamos submetidos naturalmente no Brasil, já considerando os dias nublados e chuvosos. Numa cidade como São Paulo, somente 10 minutos de exposição ao ambiente externo, apenas nas áreas de mãos e face, em qualquer clima, seriam suficientes para a produção de vitamina D em níveis normais, o que exclui a necessidade de tomar sol sem proteção”, completa a médica.
Câncer de Pele
A incidência do câncer de pele tem crescido em todo o mundo e já é o tipo mais frequente de câncer. As medidas fotoprotetoras, como uso de protetor solar, roupas, chapéus e óculos escuros, além de evitar o sol nos horários de pico, entre 10h e 15h, continuam sendo a principal recomendação para prevenção ao câncer de pele e fotoenvelhecimento.
Melasma e o sol
“O melasma é um problema muito comum, que afeta milhares de pessoas e piora com estímulo da luz solar, embora a doença também tenha relação com fatores hormonais e predisposição genética”, explica a médica dermatologista Dra. Denise Steiner.
Ele se caracteriza por manchas escuras, prevalecendo em áreas de exposição ao sol, principalmente no rosto. Afeta ambos os sexos, com maior incidência em mulheres, especialmente gestantes. O tratamento tem como principal objetivo o clareamento das lesões, prevenção e redução da pigmentação na área afetada. “Em geral, as manchas são clareadas com o uso de cremes diários combinados com agentes tópicos como a hidroquinona, o ácido retinoico, a vitamina C e o ácido kójico. Peelings superficiais e alguns tipos de laser também são usados como complementos, diz a dermatologista da Clínica DSkin Laser e Novas Tecnologias.
Veja ainda mais informações sobre o MELASMA, aqui.





segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Entrevista sobre câncer de Pele





O Dr. José Antonio Jabur da Cunha, um dos médicos dermatologistas da DSkin - Laser e Novas Tecnologias (são Paulo/SP), deu uma entrevista à Rádio Você de Americana/SP sobre Câncer de Pele.

Clique no link abaixo para baixar a entrevista.