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sexta-feira, 31 de julho de 2015

Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas aparece em local diferente

O tratamento da foliculite é diferente do tratamento da acne. Entenda também o que são as bolinhas vermelhas que surgem no corpo.

Bolinhas vermelhas no braço, no rosto, no pescoço, no corpo todo. Mas como identificar o que é? Espinha ou foliculite? As duas são muito parecidas, mas os tratamentos são bem diferentes.

O Programa Bem Estar desta quinta-feira (30) ensinou como identificar, falou sobre tratamentos e prevenção, com a participação da Dra. Denise Steiner, Coordenadora Científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).



A foliculite é uma inflamação do folículo piloso. A inflamação aparece em forma de bolinhas vermelhas, com ou sem pus, que podem doer, coçar e deixar a região sensível. Ela aparece em qualquer região do corpo, principalmente no couro cabeludo, costas (cintura e lombar) e nádegas.

Ela pode ocorrer após a depilação, depois de usar roupas muito apertadas, por causa de uma picada de inseto ou até depois de sentar em beirada de piscinas com roupa de banho.

Confira a entrevista completa clicando aqui

quarta-feira, 20 de maio de 2015

Saiba como cuidar da sua barba e ficar livre de bactérias e infecções

As polêmicas sobre a barba são cada vez maiores. Fora a questão de gosto, recentemente circulou uma pesquisa afirmando que supostamente as barbas seriam tão sujas quanto vasos sanitários de banheiro.

É verdade que a  barba pode acumular muitas bactérias, mas isso depende, acima de tudo, dos hábitos de higiene de quem ostenta pelos faciais volumosos.A dermatologista Tatiana Steiner, do departamento de cabelos e unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que uma contaminação por bactérias fecais seria possível pelo contato constante com as mãos sujas.  Por isso, ela recomenda “que os homens evitem passar a mão na barba, pois isso pode trazer bactérias para o rosto, ou tirar bactérias do rosto e leva-las para outro lugar do corpo”.

De forma geral, a regra é clara e simples: durante o banho basta lavar a barba da mesma forma que se lava os cabelos, além de manter as mãos limpas.

Quanto mais comprida a barba, maior deve ser o cuidado. Steiner recomenda lavar os pelos da face com xampu e passar condicionador, para que a pele do rosto não fique ressecada. “Depois do banho, quando os fios ainda estão úmidos, é bom desembaraçá-los com escova ou pente. É importante que as cerdas da escova não sejam muito moles e que os dentes do pente não sejam largos nem estreitos demais, para não quebrar os fios”, explica Steiner.

Segundo a dermatologista, também é possível usar secador na barba “desde que em temperatura morna para fria e com o bocal do aparelho direcionado para baixo, para não queimar os lábios ou o rosto e garantir que os pelos fiquem certinhos e com volume na medida”.



Também é preciso tomar cuidado com a pele por baixo dos pelos, verificar se não há ressecamento, descamação ou feridas no rosto, que não ficam aparentes devido à barba. Steiner explica que “os homens têm a pele mais oleosa. Por isso estão mais sujeitos a acne e a proliferação de bactérias que podem estar presentes nos folículos pilosos”. Outro problema que pode afetar os barbados é a dermatite seborreica, mais conhecida como seborreia, caspa ou eczema. É uma doença crônica que se manifesta na pele onde existe maior produção de óleo. Neste caso, é necessário utilizar shampoo anticaspa até que o problema melhore. Se persistir ou a descamação for intensa, é importante consultar um médico dermatologista.

Quem aposta nos pelos raspados por ser mais higiênico ou prático, se engana. Fora a necessidade de limpeza diária, é preciso estar atento aos pelos encravados.
 
“O ato de barbear-se é um processo que pode agredir a pele, principalmente se realizado de maneira inadequada ou com produtos de má qualidade”, afirma Steiner.
A dermatologista explica que “o tipo de pelo pode influenciar na formação da barba, pois possui características diferentes de espessura e formato que podem favorecer mais ou menos o encravamento. Este processo pode levar a uma infecção chamada foliculite persistente, que se caracteriza por avermelhamento, dor e formação de pus no local do folículo pilo sebáceo”.
 
Se você quer insistir na cara raspada, a dica é hidratação. Segundo Steiner, “uma propriedade importante do pelo é que a força necessária para cortá-lo pode ser reduzida com a hidratação”. Um pelo bem hidratado é mais macio e mais fácil de cortar. Para alcançar uma depilação eficaz e confortável com o mínimo de irritação, é fundamental utilizar lâminas de boa qualidade e afiadas. Lâminas velhas podem desencadear processo alérgico pelo níquel, metal que se desprende com o tempo.
 
Entrevista completa no link:
 

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas ocorre em local diferente


Lesões da foliculite são mais comuns nas costas, coxa, nuca e nádegas. Já a acne, causada pela oleosidade, aparece mais no rosto, tronco e colo.

A foliculite é uma lesão semelhante à lesão da acne, que pode ou não ter pus. Uma das  diferenças entre os dois problemas está na localização no corpo – enquanto a espinha é mais comum no rosto, tronco e colo, a foliculite aparece mais nas costas, nas coxas, na nuca e principalmente na nádega.
O sinal de alerta da foliculite é a dor, que pode indicar que a inflamação pode virar um furúnculo ou celulite, como explicaram as dermatologistas Denise Steiner e Márcia Purceli no Bem Estar de terça-feira (22.01). Isso acontece quando a bactéria causadora do problema atinge camadas mais profundas da pele, o que pode inclusive deixar cicatrizes e manchas.
Para quem já tem as lesões na pele, a dica é usar sabonete antisséptico nos locais atingidos e limpar o umbigo com óleo de amêndoas. Fora isso, deixar as unhas aparadas e limpas também ajuda a minimizar as erupções. Em casos mais avançados, os médicos indicam o uso de pomada ou remédios de via oral.
Outra diferença em relação à espinha é que a foliculite não tem relação com a oleosidade. A pele oleosa pode piorar o quadro das lesões, mas não causá-las. No caso da acne, os locais mais comuns são aqueles em que as glândulas sebáceas são maiores, por isso, tem relação direta com a produção de óleo na pele.
Bem Estar - Infográfico explica como identificar a foliculite (Foto: Arte/G1)
Veja matéria completa: