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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Sol, fumo e hormônios podem levar a alterações na pele ao longo da vida

 

O programa Bem Estar do dia 29 de dezembro de 2014 explicou como proteger a saúde da pele. Surgimento de rugas e manchas, por exemplo, é sinal de envelhecimento.

 
Quando chega o fim do ano, muita gente corre para a praia ou piscina para aproveitar os dias de folga e o sol. Mas mesmo nesses momentos de diversão, é importante tomar cuidado com a saúde, principalmente da pele, como recomendou a dermatologista Denise Steiner no Bem Estar desta segunda-feira (29).
 
Segundo a médica, a exposição ao sol sem proteção é o fator mais envelhecedor da pele – depois das agressões dos raios solares, a pele pode ficar com rugas profundas, muitas manchas e falta de vascularização; sem essas agressões e com os cuidados ideais, com o uso de filtro solar, a pele pode ficar só com rugas finas, poucas manchas e boa vascularização. Além do sol, o envelhecimento precoce da pele pode ser causado também por outros fatores externos, como o cigarro, por exemplo. 

Podem existir ainda causas genéticas e hormonais, como explicou a endocrinologista Elaine Costa. Os hormônios, inclusive, têm muita influência na pele durante a vida – na infância, por exemplo, a criança tem poucos hormônios sexuais e mais hormônios do crescimento, o que faz a pele parecer um pêssego; já na adolescência, esses hormônios aumentam, o que pode causar acne, por exemplo; quando ela envelhece, há uma queda dos hormônios sexuais, que deixam a pele seca e marcada, além do resultado das agressões que ela sofreu ao longo da vida.

Segundo as médicas, para cuidar da pele, não precisa gastar muito dinheiro – cremes mais baratos também podem ter um efeito positivo, mas como alertou a dermatologista Denise Steiner, o mais importante é a manutenção desses cuidados ao longo da vida.

   

Confira a entrevista completa clicando aqui

 

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

AUTOBRONZEADOR

Dicas de como aplicar o autobronzeador em matéria da revista Corpo a Corpo, sessão “mais bonita”, da edição de agosto. Confira as dicas da especialista:




 

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

A flacidez é um problema que incomoda muitas pessoas, principalmente as mulheres

Sociedade Brasileira de Dermatologia  no Programa Hoje em Dia, na TV Record.

No quadro Você e o Doutor do Programa Hoje em Dia da Rede Record de 25 de agosto, você fica sabendo como prevenir e combater a flacidez. Confira a matéria completa e os possíveis tratamentos para a flacidez:
 
 
 Veja a matéria completa clicando no aqui
 
 

 

terça-feira, 15 de julho de 2014

Você sabia? 15 de julho é o Dia internacional do homem – e eles estão cada vez mais preocupados com a saúde

O Dia Internacional do Homem foi instituído para chamar atenção dos homens para os cuidados com a saúde. Devagar, eles já se mostram mais abertos e interessados pelo assunto.

Nos consultórios dermatológicos, uma das principais queixas do público masculino ainda é a queda de cabelos, mas procedimentos como depilação definitiva, especialmente nas áreas das costas, barba e pescoço, além de tratamento para manchas na pele e vasinhos, também são cada vez mais procurados.

É possível evitar a queda de cabelos masculina?

A calvície recebe na Medicina o nome técnico de alopecia. Nos homens, a principal causa de queda dos fios é a genética, caracterizada por alteração no ciclo de crescimento do cabelo, levando à miniaturização progressiva dos fios, que os deixa finos e ralos.

Hoje há ferramentas bastante específicas e avançadas para ajudar no diagnóstico e no acompanhamento do tratamento para a alopecia. O médico utiliza um equipamento capaz de medir com precisão a densidade capilar, o diâmetro dos fios e seu crescimento. Imagens digitais do couro cabeludo são feitas com uma câmera óptica. Então, um software é usado para calcular os parâmetros do crescimento capilar. Na medida em que o paciente segue o tratamento, o sistema vai monitorando a queda do cabelo e a resposta terapêutica.

O objetivo de todo o tratamento é aumentar a área de cobertura de fios no couro cabeludo e retardar a queda. Durante o processo é possível acompanhar a quantidade de cabelos em crescimento e comparar com os dados do início do procedimento.

Há também alguns medicamentos de uso tópico e via oral disponíveis no mercado que apresentam resultados satisfatórios, quando seu uso é contínuo. Porém nenhum medicamento é capaz de restaurar totalmente a perda capilar em processo já muito avançado.

Vale a pena conversar com o dermatologista para avaliar as opções disponíveis e verificar o tratamento mais indicado.

Clique aqui e veja mais dicas para cuidados com a pele masculina

 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Micoses, brotoejas, dermatite atópica e alergias são causas de coceira

Bem Estar desta terça-feira (26) deu dicas do que fazer se o corpo coçar.

Dermatologistas alertam que coceira é um sintoma de diversos problemas. A coceira é um sintoma e um sinal de alerta que pode indicar que há algo acontecendo com o organismo.

Existem, no entanto, diversas causas para ela que podem ser desde problemas muito simples a doenças mais graves, como renais ou do fígado, por exemplo, como alertaram as dermatologistas Márcia Purceli e Denise Steiner no Bem Estar desta terça-feira (26).

As médicas explicaram que micoses, alergias, brotoejas, picadas de inseto, dermatite atópica  e até mesmo a pele seca são alguns exemplos que podem fazer o corpo coçar – porém, dependendo da situação, existe uma solução específica. De maneira geral, no entanto, a recomendação é evitar coçar muito a região para não causar lesões e infecções.

Clique aqui e confira a matéria completa



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sexta-feira, 28 de junho de 2013

DSkin na revista Marie Claire



O cirurgião plástico Edric Brianezi, que faz parte do corpo clínico da DSkin, concedeu uma entrevista a Marie Claire sobre a técnica LipoLight.

LipoLight é um procedimento realizado para retirar a gordura incômoda do braço. Conhecida também como “tchauzinho firme”, a técnica é realizada em consultório com anestesia local e não deixa marcas. O inchaço desaparece em uma semana e o resultado final pode ser visto após três meses.

Clique aqui e veja a matéria completa.


quinta-feira, 28 de março de 2013

Consumo de chocolate não causa acne e ainda protege a pele


A comilança de chocolate mal teve início, mas a preocupação com a saúde da pele pós-feriadão já começa a aparecer, especialmente entre os mais vaidosos. Mas, diferente do que a cultura popular prega, o consumo da guloseima não favorece o aparecimento de espinhas e cravos.
Matéria-prima do chocolate, o cacau é um aliado da saúde. “Ele não prejudica a pele, é nutritivo e interessante para o organismo”, afirma Denise Steiner, dermatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Dermatologia Biênio. A ação positiva é possível graças à presença dos flavonoides, poderosos antioxidantes que ajudam a combater os radicais livres que causam o envelhecimento precoce.
Além disso, a gordura natural - proveniente da manteiga de cacau - atua como uma espécie de hidratante para a cútis ressecada, criando uma barreira natural que não deixa a umidade natural escapar. O chocolate também aumenta a circulação sanguínea, inclusive dos pequenos vasos que irrigam o tecido cutâneo, conferindo um aspecto mais saudável e jovem.
Em 2012, um estudo realizado pelo Instituto de Nutracêuticos e Alimentos Funcionais da Universidade de Laval, no Canadá, apontou que o tipo amargo protege a cútis dos efeitos nocivos causados pelos raios ultravioleta.
Açúcar
O grande vilão da saúde da pele, na realidade, é o açúcar da guloseima. “Durante o Meeting da Academia Americana de Dermatologia, realizado este ano,  estudos  apresentados, mais uma vez,  isentaram o chocolate como causador da acne, mas apontaram que o excesso de carboidrato pode provocar o problema”, explica Denise.
Por isso, o ideal é se deliciar com as versões sem complementos, como confeitos e recheios. Outra dica é dar preferência às versões com maior percentual de cacau, pois têm reduzida quantidade de açúcar.
http://beleza.terra.com.br/consumo-de-chocolate-nao-causa-acne-e-ainda-protege-a-pele,67c8f4c83d6ad310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html
28/mar/2013

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Desmistificando a Hanseníase – Data Mundial de Combate à doença é dia 27 de janeiro


A Organização Mundial de Saúde (OMS) instituiu o último domingo do mês de Janeiro como o Dia Mundial de combate a Hanseníase. No Brasil, até a década de 1980, havia uma lei federal que recomendava o isolamento compulsório dos pacientes com hanseníase, que eram então mantidos em colônias. Esse afastamento, além de muitos outros prejuízos, contribuiu para reforçar preconceitos e a difusão de informações incorretas sobre a doença, que tem tratamento e cura.
Antigamente conhecida como lepra, a hanseníase é uma doença infecto-contagiosa, causada pela bactéria mycobacterium leprae, chamada de bacilo de Hansen, em homenagem ao seu descobridor. De acordo com a médica dermatologista Tatiana Steiner, membro efetivo da Sociedade Brasileira de Dermatologia e médica colaboradora do Setor de Dermatologia da Universidade de Mogi das Cruzes, o diagnóstico correto e precoce é importante, pois a doença tem potencial incapacitante. “O diagnóstico se baseia no que chamamos de anamnese, considerando o histórico familiar do paciente, análises clínicas de laboratório e exame físico completo, avaliando as lesões de pele que se manifestam muitas vezes com perda da sensibilidade”, explica a médica.
A transmissão da Hanseníase acontece pela eliminação do bacilo através da respiração ou fala (espirros e tosses também são perigosos), embora nem todas as pessoas tenham a hanseníase na forma contagiosa. “Quando se começa o tratamento, todo paciente deixa de transmitir a doença, por isso a importância do diagnóstico precoce”, reforça a dermatologista.
“A maioria das pessoas tem resistência natural ao bacilo e não adoece”, explica a médica. O tratamento, segundo ela, é feito através de uma combinação de medicamentos, fornecidos gratuitamente pelo SUS. ”Além dos medicamentos específicos, os cuidados incluem o tratamento das reações e das sequelas, como a dor neuropática e reabilitação física”, conclui Tatiana Steiner.
A forma de apresentação da hanseníase pode variar bastante e o tempo entre o contágio e o aparecimento dos sintomas pode ser de dois até 05 anos. De acordo com a especialista, vale estar atento ao aparecimento de manchas esbranquiçadas, avermelhadas ou amarronzadas na pele, que não coçam, mas parecem estar um pouco dormentes, com sensação de formigamento e diminuição da sensibilidade ao calor, frio e ao toque. “A principal dica é sempre procurar ajuda do médico dermatologista para esclarecer qualquer dúvida ligada à pele”, reforça Steiner.
FONTE: JorNow – SP
http://protetoresdapele.org.br/desmistificando-a-hanseniase-data-mundial-de-combate-a-doenca-e-dia-27-de-janeiro/

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Foliculite tem aparência semelhante à acne, mas ocorre em local diferente


Lesões da foliculite são mais comuns nas costas, coxa, nuca e nádegas. Já a acne, causada pela oleosidade, aparece mais no rosto, tronco e colo.

A foliculite é uma lesão semelhante à lesão da acne, que pode ou não ter pus. Uma das  diferenças entre os dois problemas está na localização no corpo – enquanto a espinha é mais comum no rosto, tronco e colo, a foliculite aparece mais nas costas, nas coxas, na nuca e principalmente na nádega.
O sinal de alerta da foliculite é a dor, que pode indicar que a inflamação pode virar um furúnculo ou celulite, como explicaram as dermatologistas Denise Steiner e Márcia Purceli no Bem Estar de terça-feira (22.01). Isso acontece quando a bactéria causadora do problema atinge camadas mais profundas da pele, o que pode inclusive deixar cicatrizes e manchas.
Para quem já tem as lesões na pele, a dica é usar sabonete antisséptico nos locais atingidos e limpar o umbigo com óleo de amêndoas. Fora isso, deixar as unhas aparadas e limpas também ajuda a minimizar as erupções. Em casos mais avançados, os médicos indicam o uso de pomada ou remédios de via oral.
Outra diferença em relação à espinha é que a foliculite não tem relação com a oleosidade. A pele oleosa pode piorar o quadro das lesões, mas não causá-las. No caso da acne, os locais mais comuns são aqueles em que as glândulas sebáceas são maiores, por isso, tem relação direta com a produção de óleo na pele.
Bem Estar - Infográfico explica como identificar a foliculite (Foto: Arte/G1)
Veja matéria completa:

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Entrevista especial com a Dra. Denise Steiner - Manter a pele protegida durante a exposição solar é garantia de saúde e beleza

Revista Drogaria Iguatemi - jan/2013