Programa Bem Estar - Rede Globo - 15 de outubro.
A hiperidrose atinge de 1% a 3% da população. Nem todo suor excessivo é considerado hiperidrose.
O verão está chegando e muita gente reclama do suor. Suar a ponto de molhar a cama, transpirar pela cabeça é normal? Quais roupas que facilitam a transpiração e que podem ser usadas no dia-a-dia? Para tirar as dúvidas, o Bem Estar desta quinta-feira (15) convidou a dermatologista Denise Steiner, o cirurgião torácico Augusto Ishy e a estilista Patrícia Bonaldi.
Nem todo suor excessivo é considerado hiperidrose. Existem critérios clínicos para diagnosticar a doença. Uma pessoa que sua excessivamente quando faz atividade física ou se expõe ao calor tem uma reação fisiológica. Já a pessoa com hiperidrose sua exageradamente, de maneira localizada e simétrica – duas mãos, dois pés, face – em condições não fisiológicas, como frio, ambientes climatizados, depois do banho, quando ataca o emociona e também no calor.
A hiperidrose atinge de 1% a 3% da população. Quem tem se sente desconfortável em muitas situações.
O tratamento para a hiperidrose depende da intensidade e desconforto do paciente. Existem os tratamentos clínicos - antitranspirantes, anticolinérgico, toxina botulínica – e os tratamentos cirúrgicos.
Suor e cheiro O suor não tem cheiro. O que provoca o mau cheiro são as bactérias e a glândula sebácea. Regiões de dobras, como axila, genitais e pés, que estão quase sempre abafados, costumam dar mau cheiro com o suor. A umidade do suor e o calor nessas regiões favorecem à maior proliferação de bactérias. O mau cheiro vem dos gases liberados por elas.
Que roupa usar?
O tecido da roupa influencia diretamente na respiração da pele. Por isso a escolha da roupa é muito importante para os dias mais quentes. Prefira tecidos naturais como seda, algodão, linho, viscose, cetim. Evite roupas justas e priorize roupas claras, que absorvem menos calor.
Confira a entrevista completa com a Dra. Denise Steiner ao Bem Estar de 15 de outubro, clicando no link abaixo:
http://g1.globo.com/bemestar/noticia/2015/10/especialistas-falam-sobre-hiperidrose-suor-e-roupas-adequadas-para-o-verao.html
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quinta-feira, 15 de outubro de 2015
terça-feira, 12 de maio de 2015
Tratamentos ajudam a controlar o suor
Lipoaspiração suga as glândulas que suam. Desodorantes e antitranspirantes ajudam a combater o odor e o suor.
O Bem Estar desta terça-feira (12) falou sobre o suor excessivo. Por que suamos? Por que às vezes o desodorante não resolve? Tem diferenças entre desodorante e antitranspirante?
Dra. Denise Steiner foi convidada a participar do programa para ajudar a responder essas perguntas.
A principal função do suor no corpo é controlar a temperatura. Através do vapor que o corpo libera, trocamos calor com o meio externo e resfriamos o corpo. É normal suar até um litro por dia. Entretanto, existem algumas pessoas que suam em excesso, a chamada hiperidrose. Já o odor forte causado pelo contato do suor com as bactérias é o bromidrose.
Alguns tratamentos ajudam a controlar o suor e o odor provisoriamente. Lavar as regiões do corpo com água e sabonete antisséptico, por exemplo, pode ajudar a diminuir o odor desagradável, mas só isso não é suficiente.
Confira a entrevista completa clicando aqui
O Bem Estar desta terça-feira (12) falou sobre o suor excessivo. Por que suamos? Por que às vezes o desodorante não resolve? Tem diferenças entre desodorante e antitranspirante?
Dra. Denise Steiner foi convidada a participar do programa para ajudar a responder essas perguntas.
A principal função do suor no corpo é controlar a temperatura. Através do vapor que o corpo libera, trocamos calor com o meio externo e resfriamos o corpo. É normal suar até um litro por dia. Entretanto, existem algumas pessoas que suam em excesso, a chamada hiperidrose. Já o odor forte causado pelo contato do suor com as bactérias é o bromidrose.
Alguns tratamentos ajudam a controlar o suor e o odor provisoriamente. Lavar as regiões do corpo com água e sabonete antisséptico, por exemplo, pode ajudar a diminuir o odor desagradável, mas só isso não é suficiente.
Confira a entrevista completa clicando aqui
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