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quinta-feira, 15 de setembro de 2016

MICROAGULHAMENTO na mídia!


O MICROAGULHAMENTO é a uma técnica que trata a pele utilizando um instrumento com centenas de micro agulhas, em aço cirúrgico, dispostas em um pequeno cilindro, que é passado várias vezes sobre a pele.
 
O procedimento estimula a liberação de fatores de crescimento e a formação de novo colágeno.
 
É indicado para tratar cicatrizes e marcas de acne, manchas, leucodermia solar, estrias e para rejuvenescimento cutâneo. Mas atenção: deve ser realizado por médico especializado.
 
Atualmente é o tratamento "queridinho" entre os famosos!
 
Confira entrevista sobre o assunto que foi ao ar no Domingo Espetacular da Record no dia 11 de setembro, com a Dra. Denise Steiner, no link abaixo:
 
 
http://noticias.r7.com/domingo-espetacular/videos/cantor-giovani-sente-na-pele-as-dores-do-microagulhamento-tratamento-queridinho-entre-os-famosos-11092016

segunda-feira, 4 de março de 2013

Saiba mais sobre as estrias


De origem genética, em decorrência de obesidade, vícios posturais ou até mesmo de fatores hormonais, as estrias podem surgir em qualquer mulher, independente do biotipo ou cor da pele. “No início há um processo inflamatório intenso que deixa as estrias avermelhadas. Posteriormente, há uma atrofia da pele com rupturas de fibras colágenas e elásticas, deixando-a fina e com uma coloração esbranquiçada. O processo é semelhante ao da formação de uma cicatriz”, explica a dermatologista Tatiana Steiner, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD).
 
Existe um mito que diz que tomar sol na região onde há estrias irá disfarçá-las, mas, segundo a médica, a medida pode ter o efeito contrário. “As estrias recentes, avermelhadas, podem ficar ainda mais vermelhas com a exposição solar em razão da grande dilatação dos vasos e, nestes casos, a exposição ao sol, na verdade, irá piorar o quadro”, explica Tatiana Steiner.

Com relação às estrias antigas, de coloração mais esbranquiçada, a exposição ao sol não traz alterações. “As estrias antigas são semelhantes a uma cicatriz e por isso não vão mudar de cor com a exposição solar. O que pode ocorrer é que, com a pele ficando mais bronzeada, o contraste entre a cor da pele e as estrias pode evidenciá-las”, analisa.

Na hora de se bronzear é preciso muito cuidado com as estrias. Aplicar o protetor solar indicado para o tipo de pele, de preferência com proteção solar maior que 30 e resistente à água, é essencial. “Sem dúvida existe uma tendência genética para o aparecimento das estrias, mas a prevenção ainda é a melhor opção. O ideal é manter a pele bem hidratada com sabonetes, óleos e cremes hidratantes, ingerir no mínimo 2 litros de água por dia, evitar ressecar a pele com muitos banhos e água muito quente, além, é claro, de adotar uma dieta balanceada”, orienta a médica.

Tratamento
A melhor fase para tratar as estrias é logo no começo, quando ainda estão avermelhadas. Nesta fase, elas estão em um processo inflamatório que, se tratado de maneira correta, pode ser interrompido e não evoluir. Após exame individual do paciente, o médico dermatologista pode indicar cremes específicos que podem ajudar.

Nas estrias antigas, que já passaram por todo processo inflamatório, há uma desorganização de fibras colágenas com ruptura de fibras elásticas. Nestes casos, o tratamento é mais difícil e intenso, como explica a dermatologista Tatiana Steiner.
Segundo ela, há procedimentos modernos para tratar estrias antigas: laser fracionado e a terapia transdérmica. O laser fracionado aquece as camadas profundas da pele, estimulando a remodelação do colágeno e contração da pele e, com isso, diminuindo e superficializando a atrofia das estrias.
A terapia transdérmica é uma técnica minimamente invasiva para infusão de substâncias ativas na pele. É realizada através de um equipamento específico, que reúne duas tecnologias: a radiofrequência fracionada, que faz a abertura de múltiplos microcanais em toda área a ser tratada da pele, e um transdutor especial de ultrassom, que permite que qualquer produto aplicado penetre a barreira cutânea e as camadas mais profundas da pele, potencializando o seu efeito. “Dessa forma, nós conseguimos reforçar a ação das substâncias de uso tópico, como ácidos e clareadores, potencializando o tratamento das estrias, fazendo o papel terapêutico”, explica a especialista. O procedimento é feito com anestésico local sobre a pele e as sessões duram, em média, 40 minutos. A resposta ao tratamento é individual, dependendo do tipo da pele, tamanho e localização da estria, entre outros fatores.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Estrias não devem ficar expostas para evitar manchas na pele

 Cuidado com o sol!

Há quem diga que uma boa alternativa para disfarçar estrias é bronzear a pele. Se você pensa assim, é hora de saber que a verdade é exatamente o contrário. Tomar sol sobre as estrias brancas as deixa ainda mais evidentes e sobre as avermelhadas pode causar manchas.

“As estrias recentes, avermelhadas, podem ficar ainda mais vermelhas com a exposição solar, devido à grande dilatação dos vasos. Isso pode piorar o quadro, podendo fazer com que ela queime e manche a pele. Já as antigas, conforme a pele fica bronzeada, elas permanecem da mesma cor. Este contraste pode evidenciá-las, ao invés de disfarçar”, explica a dermatologista Tatiana Aline Steiner.

Por isso, as novas marcas nunca devem ficar sob o sol, uma vez que essa exibição pode ainda retardar o processo de resolução do problema. Segundo a especialista, as estrias brancas podem até ficar expostas, desde que com proteção adequada. O ideal é 
aplicar o protetor solar indicado para o tipo de pele com fator maior que 30 e, de preferência, resistente à água.

Entenda as estrias

Essas marquinhas que não agradam nem um pouco as mulheres podem surgir por determinação genética, além de fatores mecânicos (estiramento crônico progressivo como gestação, 
obesidade, vícios posturais, crescimento corpóreo durante a adolescência e desenvolvimento muscular localizado) ou hormonais (alterações endócrinas e uso de corticoide crônico).

No inicio há um processo inflamatório intenso que deixa as estrias avermelhadas. Nessa fase, se tratada de maneira correta – com cremes, peelings e até mesmo lasers –, ela poderá sumir. Caso não seja cuidada, o quadro evolui para uma atrofia da pele, com rupturas de fibras colágenas e elásticas, o que deixa a pele fina e com uma coloração esbranquiçada. O ideal é não deixar evoluir até esse estágio final, porque o processo é irreversível.

Apesar da tendência genética de algumas mulheres para o aparecimento das estrias, a prevenção ainda é a melhor opção. A dermatologista Tatiana Aline Steiner indica que as meninas mantenham a pele sempre bem hidratada com sabonetes hidratantes, óleos durante o banho e cremes de boa qualidade após o banho.

Outras dicas: ingerir bastante líquido ao longo do dia (2 litros por dia). Evitar dois banhos por dia para não ressecar a pele e sempre tomar banho morno. Manter uma 
dieta balanceada. Evitar distensão abrupta da pele. Para gestantes, atenção com o peso: o ideal é não ultrapassar o ganho de 12 kg ao final da gestação.

por Ana Flora Toledo | 18/10/2012